''Condições das Moradias''
A maioria das moradias da região tem sido produzida através do processo de autoconstrução. Esta realidade apresenta problemas que implicam na qualidade de vida das famílias. A precariedade de iluminação e ventilação natural, a utilização inadequada de materiais, o desconforto térmico, a má qualidade técnica das instalações e estruturas são situações que comprometem a edificação e prejudicam questões vitais para a família, como a saúde, segurança e sociabilização. No mercado, não há, em custos acessíveis e número suficiente, profissionais habilitados a prestarem assistência técnica á demanda existente e futura por este tipo de serviço. Em geral, os projetos existentes não oferecem um serviço de Assistência Técnica capaz de ser replicável e que atenda a demanda individual de cada morador, adequando-se a realidade deste mercado. Reforma Mais tem sido capaz de melhorar as condições de habitabilidade e salubridade das moradias, garantirem o aproveitamento adequado dos recursos da família, a utilização adequada dos materiais de construção e a adoção de técnicas construtivas compatíveis com o contexto local. Os serviços envolvem visitas técnicas, visitas sociais, levantamento das necessidades de melhoria, elaboração de projetos arquitetônicos, orçamento de materiais, bem como o acompanhamento de obras. Atuar no mercado de melhorias habitacionais, facilitando e adequando o acesso a crédito ao perfil das famílias e integrando-o com serviço de assistência técnica é gerar impacto positivo para a garantia de qualidade de 70% das moradias na região.
Integrantes:
Sabrina Santos
Robert Willian
Elaine Silva
Cintia Queiroz
Idiomas
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Entrevistas
ENTREVISTAS
Hoje vamos entrevistar uma professora da nossa escola para descobrir qual a opinião dela sobre o tema "transito e transporte" e essa entrevista foi feita por um integrante de nosso grupo chamado Thiago.
Thiago: cara professora a senhora aceita responder algumas perguntas para nosso partido?
Professora: Claro que sim.
Thiago: Aceita que ela seja divulgada?
Professora: Sim.
Thiago: Qual a sua opinião sobre o transporte publico?
Professora: O transporte publico é bom para todos, pois facilita as pessoas se locomoverem e é mais barato. Mais se os carros permanecessem na faixa deles melhoraria e demoraria menos para podermos chegar em casa
Thiago: Em sua opinião o passe livre ajuda os estudantes?
Professora: Sim, pois ao recarregar esse bilhete em qualquer ponto porque não é cobrado nenhuma taxa do aluno.Dessa maneira esse alunos podem não só ir par a escola mais sim ir a parques, cinemas entre outros lugares.
Thiago: Voce acha certo que carros que entrarem na faixa exclusiva para onibous sejam punidos? Por que?
Professora: Acho correta a punição, mas não tão caro com é a multa pois quando um carro entra na faixa exclusiva ele impedem que os coletivos continuem suas viagens além de estarem lotados dificultando totalmente a volta das pessoa para suas casas.
Thiago: Em sua opinião foi certa a medida tomada governantes de tira os cobradores dos onibus? Por que?
Professora: Não, porque eu mesma vejo a dificuldade que é quando o motorista esta dirigindo para cobrar uma passagem e verificação de um bilhete de um idoso tudo isso com o carro em movimento e dessa maneira fica mais a possibilidade de ocorrer acidentes.
Thiago: Seria certo a implantação de apps avisando se o coletivo esta vindo ou quanto tempo vai demorar?
Professora: Sim adoraria, pois seria uma maneira de reduzir o tempo de espera nos pontos de onibus e assim as pessoas economizaram mais tempo, ou seja não precisaram sair tão cedo de casa.
Thiago: Voce acharia certo que as pessoas deixar seus carros e motos em casa e usarem os coletivos e bicicletas? Por que?
Professora: Eu não concordo muito com bicicletas no meio dos transportes pois o fato de que ela não tem a proteção de um carro e as motos também. E sobre os coletivos seria melhor os carros porque cabem cinco ou mais pessoas em um carro dependendo do tamanho e chegam mais rapidamente, pois o coletivo se ele se atrasar as pessoas acabam se atrasando no serviço. E outro problema e que o onibus vai estar lotado e as pessoas estarão em pé e nos carros elas iram vir sentadas de maneira totalmente confortável, mas caso ouve-se onibus par que todos estiverem sentados e usaria o onibus, mais pelo fato de pagarmos um absurdo e irmos em pé eu não trocaria o carro pelo onbus.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
ESPORTE PARA A COMUNIDADE
PARTIDO DO ESPORTE - O TEMA
Nós do partido do esporte, vemos muitos problemas que ocorrem em torno do nosso bairro que é o Grájau, e um dos principais problemas tem como envolvimento o esporte.
O esporte é a principal porta para resolvermos muitos problemas, de muitos jovens, que podem estar passando dificuldades em quaisquer tipos de problemas, desde drogas até problemas familiares e financeiros, o esporte incentiva as pessoas a viverem mais, fazer exercícios físicos, jogar futebol e vários outros esportes tendem a dar lazer e proporcionar ótimos momentos para muitas pessoas de nossa região.
Nossa região é muito carente a esse lado, com falta de parques com equipamentos, falta de quadras, campos, ginásios e projetos para tentar reaproximar mais as pessoas do que realmente é bom e vantajoso a todos que é o exercício físico.
PROPOSTA DE SOLUÇÃO
Temos como proposta de solução, fazer um abaixo assinado com toda a nossa comunidade e região, para podermos levar até o Governo da nossa cidade, pra que eles possam por em prática o começo de projetos em todas as comunidades da região com o incentivo a praticar exercício físico e o esporte, e também trazendo a importância da prática deles. Temos também idéia de projetos como praças, campos, ginásios, quadras poli-esportivas, centros de apoio de reabilitação de drogas apartir da prática do esporte como maior função de lazer, e também a idéia de fazermos jogos na escola, envolvendo diversas modalidades, como uma alta competição entre cada sala ou equipes, envolvendo prêmios a vencedores de cada uma das modalidades, essa é a nossa principal proposta como representantes do partido do esporte.
REPRESENTANTES
Wellington Lima Silva
Victor Souza Sena
Matheus Siepalski Ribas
Alisson Freitas
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Partido da Saúde - Pesquisa e Entrevistas
Pesquisa
As
reivindicações, organizadas pela Rede de comunidades do Extremo Sul, dizem
respeito, principalmente, ao número de unidades básicas de saúde na região. Mas
apontam também problemas mais complexos, como a inexistência de unidades para
atendimento em saúde mental e a agenda fechada. Ao buscar a UBS para marcar uma
consulta, a pessoa recebe como resposta que não há agenda para determinada
especialidade. Isso esconde a demanda. Muitas vezes só há um dia por mês para
marcar uma consulta. Se as pessoas tivessem sua demanda registrada, seria visto
que o problema de agendamento é muito maior do que dois, três meses para
conseguir atendimento.
A região
está cada vez mais populosa, mas os estabelecimentos de saúde não acompanham
esse crescimento, faltam médicos e unidades. Muitas pessoas dizem que ao
procurar as UBSs, em dias de marcação de consultas, o que se vê são imensas
filas, insatisfação e falta de vagas por especialidade, entre outros problemas.
A população chega muito cedo a porta das UBSs, em geral por volta de cinco da
manhã, para garantir lugar na fila. E esse é um problema bastante antigo.
O
distrito do grajaú possui 444.593 habitantes. O relatório de política nacional
de atenção básica do sistema único de saúde (SUS) aponta como parâmetro para
atendimento da população, em atenção básica, uma UBS com Estratégia Saúde da
Família (ESF) para cada 12 mil habitantes ou uma UBS sem a Estratégia Saúde
Família para cada 30 mil habitantes. Com base em dados disponíveis no site da
prefeitura de São Paulo e informações obtidas nas próprias UBSs, a região do
Grajaú tem a ESF em todas as suas unidades.
Na
relação de estabelecimentos de Saúde da Secretaria de Saúde, de abril de 2012,
constam 12 Unidades Básicas de Saúde no Grajaú. Dessa forma, a prtir de um
cálculo simples, temos uma base de mais de 35 mil pessoas atendidas para cada
UBS na região do grajaú. Um número quase três vezes maior que o parâmetro
estabelecido pelas diretrizes do SUS. Uma carência de cerca de 24 Unidades
Básica de Saúde. Existe a previsão de estabelecimento de, ao menos, uma Unidade
Básica de Saúde na região, no bairro de cantinho do Céu.
Principais problemas
do hospital Grajaú
Os
principais problemas do hospital grajaú são: A falta de atendimento, há muitas
pessoas que ficam esperando horas e horas para serem atendidos, eles enfrentam
várias filas, há muitas pessoas passando mal que tem que ser atendida
rapidamente mais não são, muitas vezes falta quartos para os pacientes eles
acabam ficando em uma cama no corredor do hospital, muitos poucos médicos para
tanta gente, então há muita falta de estrutura.O atendimento é muito demorado
também quando se chama o SAMU é cerca de horas para o socorro chegar, ou
seja,há inúmeros problemas para serem solucionados.
Pincipais problemas dos
postos de saúde
A falta
de medicamento é o principal problema dos postos de saúde, há também muitas
pessoas aguardando em filas imensas para um atendimento, para marcar consultas,
tanto no hospital quanto nos postos de saúde é muito demorado só vão chamar
depois de alguns meses.
Solução desses problemas tanto no hospital quanto nos
postos de saúde
A solução
é colocar mais médicos capacitados para os atendimentos, construir novos postos
e hospitais por que só esses não estão dando conta de uma população tão grande,
para as pessoas serem atendidas rapidamente quando estiverem passando mal, dar
verbas para ter mais medicamentos.
Entrevista
1
Ane:Oi Bom dia! Eu sou a Ane Caroline do 1 ano
do ensino médio, e estou aqui para fazer algumas perguntas sobre o posto. Você
aceita dá essa entrevista?
Entrevistada:
Sim
Ane: Aceita que ela seja publicada?
Entrevistada:
Sim, eu aceito.
Ane: Quais são os problemas que tem no posto?
Entrevistada:
Falta de médicos e
falta de medicação.
Ane:Sinceramente o que você acha do
atendimento médico?
Entrevistada: Razuável.
Ane:Você acha que os médicos são responsáveis
pelo seus atos?
Entrevistada:São todos são responsáveis pelo seus atos.
Ane:O que falta no posto?
Entrevistada:Já repetindo médicos, falta de medicação,
as pessoas terem mais respeito com os trabalhadores do posto.
Ane:Por que tanta reclamação sobre o
atendimento e a estrutura?
Entrevistada: Não sei dizer.
Ane:Qual é o motivo de tanta demora? Você acha
que pode ser por falta de médicos ou não?
Entrevistada:é por falta de médicos, a gente atende uma
população de cerca de 36 mil pessoas e o espaço é pequeno para tanta gente.
Ane:Você sabe como podemos solucionar esses
problemas?
Entrevistada:é isso aí já depende dos governantes
investir mais na saúde.
Ane:é aumentando o número de hospitais, de
postos de saúde,contratando mais médicos.
Entrevistada:é isso mesmo.
Ane:Você acha que aumentando o tempo de
atendimento pode melhorar a reclamação e as pessoas serão atendidas
rapidamente?
Entrevistada:Não depende do tempo de atendimento não,
para o trabalho ser melhor é falta de estrutura mesmo.
Entrevista
2
Caique:Quais problemas mais comuns e como
resolvê- los a respeito da saúde pública?
Entrevistada:Os problemas mais comuns, sem dúvida, são
a quantidade de pacientes para determinados postos, então a demanda é muito
grande para quantidade de postos que a gente tem disponível hoje, ainda mais
quando fecha algum hospital, então a procura fica muito maior, então acredito
que esse seja o maior problema hoje.
Caique:E você acha então, que por exemplo,se
aumentasse o número de hospitais que nem eles pensam, no terreno que eles tem
em construir prédios ou escola, eles deveriam preferenciar os hospitais?
Entrevistada:Sim, eu acho que eles deveriam
preferenciar os hospitais, porque aqui na região mesmo, temos bastante, mais
não são suficientes para a quantidade de moradores que temos na região, então
sem dúvidas, até porque não vejo muito investimento em escolas aqui no bairro,
então acredito que agora com o hospital de parelheiros as coisas vão melhorar
um pouco a quantidade do fluxo de pacientes do que ter que vim no posto pra
verificar uma pressão ter que ficar esperando muito, acho que sim.
Caique:E quais piores casos já ocorridos?
Entrevistada:Isso aí eu já não vou conseguir te
responder, eu sou nova e não tenho nenhuma experiência de casos ruins ocorridos
ainda.
Caique:E o que falta nos hospitais que já forma
pedidos e vocês não receram nenhuma resposta e nem o retorno?
Entrevistada:Não pelo pouco tempo que eu tô aqui até
agora não falta nenhum material pelo menos aqui na UBS não tem falta de
material, não tem falta de profissionais, o quadro de profissionais tá
completo, o que acontece mesmo é que a quantidade de demanda é grande, mais
material pelo contrário a gente tem bastante coisa.
Caique:E referente a infra-estrutura o que você
acha que poderia melhorar ou você acha que já tá perfeito do jeito que tá?
Entrevistada:Não, infra-estrutura também eu não tenho
do que reclamar, todos os médicos tem o seu consultório, todass as equipes tem
o seu consultório, todas as salas são muito bem organizadas, banheiro tem fácil
acesso, aceso para cadeirante, não tenho o que reclamar, pelo menos, não da
unidade que eu trabalho e se outras pessoas reclamam é uma vivência que eu não
tenho, aqui eu não tenho o que reclamar.
Caique:E o que você sabe referente a saúde de São
paulo ou do grajaú, o que você poderia fala tipo o que você acha que poderia
melhorar ou os problemas que tem na cidade de São paulo toda ou só no grajaú o
que você achar melhor?
Entrevistada:Eu acho o que demora muito o que acaba
atrasando muito o tratamento de alguns pacientes é a questão dos médicos
especialistas, médicos generalistas tem muito, agora médicos especialistas eu
acho que demora um pouco que são os cardiologistas, quimiologistas que as
pessoas ficam muito tempo esperando vaga, mais também acredito que seja por
conta de falta de alguns profissionais e por conta de demandas muito grandes
também, eu acho que esse é o único problema que eu consigo ver até agora.
Caique:E uma solução cabível pra isso você ver ou
não?
Entrevistada:A solução cabível é a contratação de mais
profissionais especialistas.
Entrevista
3
Caique:Eu sou do 1 ano do ensino médio eu queria
que você respondesse quais os problemas mais comuns e como resolvê-los tanto do
hospital quanto da saúde como você preferir?
Entrevistada:Olha eu acho que os problemas mais comuns
que a gente tem no momento são as grandes demandas né, a população tem bastante
necessidades, tem bastante carências né, não só em relação a saúde mais também
uma questão social, então assim essa grande demanda acaba influenciando no
atendimento né a população vem crescendo muito só que os órgãos públicos não
vem contribuindo com esse crescimento, então acaba deixando a desejar algumas
coisa. É se for em relação a saúde em si o que a gente mais tem são pacientes
com doenças crônicas e que precisam de acompanhamento mentalmente ou
semestralmente né, problemas como: inpertenção,diabetes né que precisam de um
acompanhamento contínuo e de grande incidência.
Caique:E o que já foi pedido, e o que falta nos
postos?
Entrevistada:Bom, em relação a população eles não
conseguem definir muito bem o que é um posto de saúde e o que é um hospital, o
que é um pronto atendimento e o que é uma emergência, então geralmente o que
eles mais cobram da gente é as consultas médicas especializadas aqui na
unidade, só que aqui é unidade básica de sáude,a gente não trabalha com
especialistas, a gente tem uma equipe multiprofissional né, mais não é
especialista por exemplo: aqui a gente não tem ginicologista, a gente não tem
pediatria e não é porque não tem na região é porque a unidade em si ela não
trabalha com esse tipo de atendimento, é PSF, é programa saúde da família e a
gente trabalha com médicos generalistas, se precisa de alguma especialidade aí
a gente encaminha pra outra instituição, então relacionado a essa unidade é o
que eles mais cobram tá são consultas com especialistas.
Caique:E o que vocês mais pedem por
exemplo:relacionado a medicamento esses tipos de coisas equipamentos, o que
vocês mais pedem e que não chegam ou que vocês não são correspondidos ou alguma
coisa assim?
Entrevistada:Bom, o que a gente mais precisa pro
atendimento que a unidade se propõe a gente até que é bem estruturado a gente
tem uma unidade grande que tem bastante espaço físico, de vez em quando falta
né, falta alguma medicação, falta alguma coisa mais isso é comum, quando falta
aqui geralmente tá faltando na rede, mais a gente como profissionais que
trabalha com PSF, a gente faz bastante grupos educativos, tem um local próprio
para o grupo educativo.
Caique:E você pode falar um pouco sobre a saúde?
Entrevistada:É uma população doente né, no geral né, na
verdade assim a gente tem como eu te falei no início, uma população muito
carente que necessita de muitos recursos, mais como o ministério da saúde
preconiza né, saúde é o bem estar físico, mental e social, então a saúde não
significa exatamente a ausência da doença né, as vezes as pessoas falam ela não
está doente fisicamente, mais ela não tem emprego, ela não tem casa, então tudo
isso contribui para uma vida saudável, então assim é a nossa população ela é
carente de bastantes recursos né, tanto emocional, como financeiro, como
espectativa de vida, ou em relação ao trabalho, ao estudo.Então isso vive
interferindo na saúde, sempre considera a população no todo como doente por
conta disso, não só por conta da ausência da doença, mais por conta de outras
coisas que fazem parte da saúde e que falta na comunidade.
Caique:Tá, então você acha que por falta de
emprego,moradia é que ocorre mais problemas de saúde alguma coisa assim do
tipo, não só pela falta de medicamentos alguma coisa do tipo, mais também por
causa da espectativa de vida?
Entrevistada:sim, com toda certeza, o bem estar do
paciente como um todo, a vida deles social, o ritmo de vida que ele tem acaba
influenciando sim pra que ele venha e se encontre no processo de doença.
Caique:Então, o problema como todos dizem dos
políticos, a maior parte é por causa da população mesmo que acaba exagerando um
pouco, vamos dizer assim, e não fazendo por onde, e aí acabam reclamando do
posto sendo que o posto não tem nada a ver com isso ou política mesmo?
Entrevistada:Na verdade, o que a população mais precisa
é ser mais orientada em relação o que cada gestor faz e o que cada unidade, qual é o papel de cada unidade de
cada espera né, a gente tem um atendimento básico, tem um atendimento médio e
tem um atendimento elevado vamos colocar dessa maneira, então o atendimento
básico trabalha o que a prevenção tá, o médio ele dá atendimento a urgência tá
e o elevado a emergência, então cada órgão ele tem a sua competência, e na
verdade o que falta para a população é essa falta de esclarecimento o que cada
unidade faz, qual o papel de cada instituição, quando que ela deve procurar um
posto de saúde, quando que ela deve procurar um hospital ou quando que ela deve
procurar um AMA, se confundem nessas informações, então as vezes eles vem em
busca de alguma coisa por exemplo:o paciente tá passando mal né ele vem pra
unidade, não que a unidade não vai dá o primeiro atendimento nós somos
obrigados a dá, mais seria mais eficaz se eles fossem a um AMA, onde tem
recursos, tem pessoas preparadas pra dá um pronto atendimento de imediato,então
assim a política concerteza acaba influenciando,assim não tem como tirar a
responsabilidade dos políticos em relação a saúde né,lógico tem que investir
mais em hospitais,tem que investir mais em postos,tem que ampliar o
atendimento,isso por parte da política né,cabe aos governantes aos nossos
presidentes,os governadores tá propocionando isso para a população,lógico que a
demanda acaba influenciando simplesmente porque é uma grande demanda, tô
falando do geral,não só da unidade, na unidade a gente trabalha com área de
abrangente, mas agora tô falando em um geral, então tem uma demanda maior,lógico
que os governantes tem por obrigação de construirem mais hospitais,construir
mais maternidades e propocionar recursos para que o atendimento seja mais
rápido e eficaz é uma deficiência que existe não é de hoje né e eu acho que
sempre vai existir na saúde,mais cabe também a população ddefinir o que é cada
coisa, o que cada atendimento propõe pra que ela vá exatamente no local que ela
tá precisando naquele momento,porque se ela chega em um lugar e ela não pode sr
propriamente atendida como ela queria, ela fica muito frustrada.
Integrantes
Ane Caroline
Ingrid Santos
Caio Lima
Caique Alves
domingo, 13 de setembro de 2015
ALIENAÇÃO NACIONAL
Nos dias atuais a nossa ''democracia'' está parecendo
mais a ditaduara militar, porque quem bate de frente com o governo é calado ou
tratado como um cachorro. Cadê o gigante que acordou? O Brasil deu 2 passos pra
frente e logo 20 passos para trás, reivindicou por $0,20 centavos e quando
aumentaram $0,50 centavos se calaram e o gigante voltou a dormir.
O Brasil não pode se acovarda, temos que lutar por um Brasil melhor e igual, a nação tem que se unir contra a corupção, porque colocam a culpa somente nos governadores mas não pensam que quem os colocaram lá fomos nós. Os governadores não melhoram a educação para não ter uma geração de pensadores, porque ser brasileiro não é ter certidão e sim ser cidadão, não é torcer para seleção no mundial e sim ter uma nação ideal.
A internet está alienando a massa, a mesma massa que segue cega, pois cada um de nós temos o poder nas mãos se nos unirmos. Os pecados capitais em busca de capital, eles acabaram com a Petrobras que era o orgulho dos brasileiros. Quem acabar com os índios que é o principio do nosso Brasil. Dizem que aqui é o pais da festa e do carnaval, aqui a bunda vale mais que a mente, na copa os gringos vieram e acabaram com muitas infâncias, por conta da prostituição infantil.
Dizem que o Brasil é um pais ''independente'' mas estamos omisso ao governo, fico com tanta raiva com o desrespeito, falta de humanidade e hipocrisia. Trouxeram os medicos de outros paises, mas pra mim isso é uma exploração, porque cada um tem o direito de exerce sua profissão onde quiser, ai eu penso se eles vieram para cá o país deles ficaram sem medicos e a população deve sofrer por isso. Se os governadores querem que o Brasil tenha mais medicos, eles devem dar mais oportunidades e apoio nos estudos da medicina e outras áreas.
Então estamos perdendo tempo, sentados no sofá esperando a melhora, pois tudo isso ainda está acontecendo e o momento da gente ir para as rua é agora! Será que o mesmo milhão da rua é o mesmo que assiste e dá audiência as novelas.
O Brasil não pode se acovarda, temos que lutar por um Brasil melhor e igual, a nação tem que se unir contra a corupção, porque colocam a culpa somente nos governadores mas não pensam que quem os colocaram lá fomos nós. Os governadores não melhoram a educação para não ter uma geração de pensadores, porque ser brasileiro não é ter certidão e sim ser cidadão, não é torcer para seleção no mundial e sim ter uma nação ideal.
A internet está alienando a massa, a mesma massa que segue cega, pois cada um de nós temos o poder nas mãos se nos unirmos. Os pecados capitais em busca de capital, eles acabaram com a Petrobras que era o orgulho dos brasileiros. Quem acabar com os índios que é o principio do nosso Brasil. Dizem que aqui é o pais da festa e do carnaval, aqui a bunda vale mais que a mente, na copa os gringos vieram e acabaram com muitas infâncias, por conta da prostituição infantil.
Dizem que o Brasil é um pais ''independente'' mas estamos omisso ao governo, fico com tanta raiva com o desrespeito, falta de humanidade e hipocrisia. Trouxeram os medicos de outros paises, mas pra mim isso é uma exploração, porque cada um tem o direito de exerce sua profissão onde quiser, ai eu penso se eles vieram para cá o país deles ficaram sem medicos e a população deve sofrer por isso. Se os governadores querem que o Brasil tenha mais medicos, eles devem dar mais oportunidades e apoio nos estudos da medicina e outras áreas.
Então estamos perdendo tempo, sentados no sofá esperando a melhora, pois tudo isso ainda está acontecendo e o momento da gente ir para as rua é agora! Será que o mesmo milhão da rua é o mesmo que assiste e dá audiência as novelas.
E nas redes sociais só piada, também alienando a massa, as garotas posando nua quer está na playboy mas fez isso de graça, jovens como os de antes já não se fazem mais.
Se querem ver o exemplo da alienação e do ''sistema brincando de marionetes'' só ir até as escolas e hospitais. Temos que honrar a nossa patria e não se acovarda, lutar contra o sistema e a corupção.
''Revolução sem precisar de um fuzil, Geração de pensadores isso também é Brasil.'' Temos que reconquistar o nosso orgulho de ser brasileiro! Tenho fé que o Brasil vai mudar, e todos nós seguiremos com a cabeça erguida e a consiência limpa de ter feito o Brasil ir para frete.
Autora:Thais
matos de Jesus - 1ª F --
Em participação especial ao blog o Grajaú que nós queremos.
Em participação especial ao blog o Grajaú que nós queremos.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
| Direito ao transporte |
Tags: São Paulo Santo André São Bernardo do Campo São Caetano do Sul Diadema Mauá Ribeirão Pires Rio Grande da Serra
O direito ao transporte é chamado de direito-meio porque ele influencia e condiciona o acesso aos demais direitos, se constituindo em um elemento de vital importância para assegurar as condições necessárias para uma vida digna. Para um cidadão ter acesso à rede pública de saúde, por exemplo, ele precisará utilizar algum meio de transporte. O mesmo se aplica ao acesso à educação, centros culturais e de lazer, liberdade de ir e vir, local de trabalho, e tantos outros direitos que necessitam de deslocamento para serem exercidos e usufruídos.
Posto isso, é possível classificar o acesso ao transporte como um direito essencial: ele não deve ser visto como um favor ou como um bem particular, todos devem ter acesso a ele e o governo tem obrigação de proporcionar seu serviço com qualidade. No Brasil, as diretrizes básicas e pontuais relacionadas à urbanização são responsabilidade do Governo Municipal e isto se aplica também à dinâmica de locomoção local. O Governo Municipal é o principal responsável por garantir um sistema de transporte adequado dentro de uma cidade. Todavia, o Governo Estadual e Federal não estão isentos desse dever e além atuar para garantir a qualidade de trajetos entre municípios e entre estados, eles também podem auxiliar os governos municipais, principalmente nos casos de obras muito caras e que o município não tem condições de realizar sozinho, como é o caso do metrô, por exemplo. A vida em sociedade requer que o interesse de muitos prevaleça sobre os interesses individuais e particulares. É partindo dessa premissa que é possível afirmar que na elaboração de políticas públicas, o transporte coletivo deve ter prioridade sobre o transporte individual, assim como em uma grande cidade, o transporte público deve ter prioridade sobre o transporte particular. A prestação deste serviço deve abarcar com qualidade diversas questões, especialmente as relacionadas a conforto, tempo e custo. O direito ao transporte é influenciado pelo modelo de ocupação do território, pela especulação imobiliária e tem forte impacto em questões como segregação social, uso dos espaços coletivos, localização de equipamentos públicos. Dessa forma, toda política pública e todo projeto de urbanização deve levar em consideração o que fazer para interferir da melhor forma possível nos meios de locomoção e deslocamento da população.
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