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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Partido da Saúde - Pesquisa e Entrevistas

  Pesquisa

As reivindicações, organizadas pela Rede de comunidades do Extremo Sul, dizem respeito, principalmente, ao número de unidades básicas de saúde na região. Mas apontam também problemas mais complexos, como a inexistência de unidades para atendimento em saúde mental e a agenda fechada. Ao buscar a UBS para marcar uma consulta, a pessoa recebe como resposta que não há agenda para determinada especialidade. Isso esconde a demanda. Muitas vezes só há um dia por mês para marcar uma consulta. Se as pessoas tivessem sua demanda registrada, seria visto que o problema de agendamento é muito maior do que dois, três meses para conseguir atendimento.

A região está cada vez mais populosa, mas os estabelecimentos de saúde não acompanham esse crescimento, faltam médicos e unidades. Muitas pessoas dizem que ao procurar as UBSs, em dias de marcação de consultas, o que se vê são imensas filas, insatisfação e falta de vagas por especialidade, entre outros problemas. A população chega muito cedo a porta das UBSs, em geral por volta de cinco da manhã, para garantir lugar na fila. E esse é um problema bastante antigo.

O distrito do grajaú possui 444.593 habitantes. O relatório de política nacional de atenção básica do sistema único de saúde (SUS) aponta como parâmetro para atendimento da população, em atenção básica, uma UBS com Estratégia Saúde da Família (ESF) para cada 12 mil habitantes ou uma UBS sem a Estratégia Saúde Família para cada 30 mil habitantes. Com base em dados disponíveis no site da prefeitura de São Paulo e informações obtidas nas próprias UBSs, a região do Grajaú tem a ESF em todas as suas unidades.


Na relação de estabelecimentos de Saúde da Secretaria de Saúde, de abril de 2012, constam 12 Unidades Básicas de Saúde no Grajaú. Dessa forma, a prtir de um cálculo simples, temos uma base de mais de 35 mil pessoas atendidas para cada UBS na região do grajaú. Um número quase três vezes maior que o parâmetro estabelecido pelas diretrizes do SUS. Uma carência de cerca de 24 Unidades Básica de Saúde. Existe a previsão de estabelecimento de, ao menos, uma Unidade Básica de Saúde na região, no bairro de cantinho do Céu.



                         Principais problemas do hospital Grajaú

Os principais problemas do hospital grajaú são: A falta de atendimento, há muitas pessoas que ficam esperando horas e horas para serem atendidos, eles enfrentam várias filas, há muitas pessoas passando mal que tem que ser atendida rapidamente mais não são, muitas vezes falta quartos para os pacientes eles acabam ficando em uma cama no corredor do hospital, muitos poucos médicos para tanta gente, então há muita falta de estrutura.O atendimento é muito demorado também quando se chama o SAMU é cerca de horas para o socorro chegar, ou seja,há inúmeros problemas para serem solucionados.



                        Pincipais problemas dos postos de saúde

A falta de medicamento é o principal problema dos postos de saúde, há também muitas pessoas aguardando em filas imensas para um atendimento, para marcar consultas, tanto no hospital quanto nos postos de saúde é muito demorado só vão chamar depois de alguns meses.



  Solução desses problemas tanto no hospital quanto nos postos de saúde

A solução é colocar mais médicos capacitados para os atendimentos, construir novos postos e hospitais por que só esses não estão dando conta de uma população tão grande, para as pessoas serem atendidas rapidamente quando estiverem passando mal, dar verbas para ter mais medicamentos.



                                                           Entrevista 1
Ane:Oi Bom dia! Eu sou a Ane Caroline do 1 ano do ensino médio, e estou aqui para fazer algumas perguntas sobre o posto. Você aceita dá essa entrevista?
Entrevistada: Sim
Ane: Aceita que ela seja publicada?
Entrevistada: Sim, eu aceito.
Ane: Quais são os problemas que tem no posto?
Entrevistada: Falta de médicos e falta de medicação.
Ane:Sinceramente o que você acha do atendimento médico?
Entrevistada: Razuável.
Ane:Você acha que os médicos são responsáveis pelo seus atos?
Entrevistada:São todos são responsáveis pelo seus atos.
Ane:O que falta no posto?
Entrevistada:Já repetindo médicos, falta de medicação, as pessoas terem mais respeito com os trabalhadores do posto.
Ane:Por que tanta reclamação sobre o atendimento e a estrutura?
Entrevistada: Não sei dizer.
Ane:Qual é o motivo de tanta demora? Você acha que pode ser por falta de médicos ou não?
Entrevistada:é por falta de médicos, a gente atende uma população de cerca de 36 mil pessoas e o espaço é pequeno para tanta gente.
Ane:Você sabe como podemos solucionar esses problemas?
Entrevistada:é isso aí já depende dos governantes investir mais na saúde.
Ane:é aumentando o número de hospitais, de postos de saúde,contratando mais médicos.
Entrevistada:é isso mesmo.
Ane:Você acha que aumentando o tempo de atendimento pode melhorar a reclamação e as pessoas serão atendidas rapidamente?
Entrevistada:Não depende do tempo de atendimento não, para o trabalho ser melhor é falta de estrutura mesmo.

                                                  Entrevista 2
Caique:Quais problemas mais comuns e como resolvê- los a respeito da saúde pública?
Entrevistada:Os problemas mais comuns, sem dúvida, são a quantidade de pacientes para determinados postos, então a demanda é muito grande para quantidade de postos que a gente tem disponível hoje, ainda mais quando fecha algum hospital, então a procura fica muito maior, então acredito que esse seja o maior problema hoje.
Caique:E você acha então, que por exemplo,se aumentasse o número de hospitais que nem eles pensam, no terreno que eles tem em construir prédios ou escola, eles deveriam preferenciar os hospitais?
Entrevistada:Sim, eu acho que eles deveriam preferenciar os hospitais, porque aqui na região mesmo, temos bastante, mais não são suficientes para a quantidade de moradores que temos na região, então sem dúvidas, até porque não vejo muito investimento em escolas aqui no bairro, então acredito que agora com o hospital de parelheiros as coisas vão melhorar um pouco a quantidade do fluxo de pacientes do que ter que vim no posto pra verificar uma pressão ter que ficar esperando muito, acho que sim.
Caique:E quais piores casos já ocorridos?
Entrevistada:Isso aí eu já não vou conseguir te responder, eu sou nova e não tenho nenhuma experiência de casos ruins ocorridos ainda.
Caique:E o que falta nos hospitais que já forma pedidos e vocês não receram nenhuma resposta e nem o retorno?
Entrevistada:Não pelo pouco tempo que eu tô aqui até agora não falta nenhum material pelo menos aqui na UBS não tem falta de material, não tem falta de profissionais, o quadro de profissionais tá completo, o que acontece mesmo é que a quantidade de demanda é grande, mais material pelo contrário a gente tem bastante coisa.
Caique:E referente a infra-estrutura o que você acha que poderia melhorar ou você acha que já tá perfeito do jeito que tá?
Entrevistada:Não, infra-estrutura também eu não tenho do que reclamar, todos os médicos tem o seu consultório, todass as equipes tem o seu consultório, todas as salas são muito bem organizadas, banheiro tem fácil acesso, aceso para cadeirante, não tenho o que reclamar, pelo menos, não da unidade que eu trabalho e se outras pessoas reclamam é uma vivência que eu não tenho, aqui eu não tenho o que reclamar.
Caique:E o que você sabe referente a saúde de São paulo ou do grajaú, o que você poderia fala tipo o que você acha que poderia melhorar ou os problemas que tem na cidade de São paulo toda ou só no grajaú o que você achar melhor?
Entrevistada:Eu acho o que demora muito o que acaba atrasando muito o tratamento de alguns pacientes é a questão dos médicos especialistas, médicos generalistas tem muito, agora médicos especialistas eu acho que demora um pouco que são os cardiologistas, quimiologistas que as pessoas ficam muito tempo esperando vaga, mais também acredito que seja por conta de falta de alguns profissionais e por conta de demandas muito grandes também, eu acho que esse é o único problema que eu consigo ver até agora.
Caique:E uma solução cabível pra isso você ver ou não?
Entrevistada:A solução cabível é a contratação de mais profissionais especialistas.



                                                Entrevista 3
Caique:Eu sou do 1 ano do ensino médio eu queria que você respondesse quais os problemas mais comuns e como resolvê-los tanto do hospital quanto da saúde como você preferir?
Entrevistada:Olha eu acho que os problemas mais comuns que a gente tem no momento são as grandes demandas né, a população tem bastante necessidades, tem bastante carências né, não só em relação a saúde mais também uma questão social, então assim essa grande demanda acaba influenciando no atendimento né a população vem crescendo muito só que os órgãos públicos não vem contribuindo com esse crescimento, então acaba deixando a desejar algumas coisa. É se for em relação a saúde em si o que a gente mais tem são pacientes com doenças crônicas e que precisam de acompanhamento mentalmente ou semestralmente né, problemas como: inpertenção,diabetes né que precisam de um acompanhamento contínuo e de grande incidência.
Caique:E o que já foi pedido, e o que falta nos postos?
Entrevistada:Bom, em relação a população eles não conseguem definir muito bem o que é um posto de saúde e o que é um hospital, o que é um pronto atendimento e o que é uma emergência, então geralmente o que eles mais cobram da gente é as consultas médicas especializadas aqui na unidade, só que aqui é unidade básica de sáude,a gente não trabalha com especialistas, a gente tem uma equipe multiprofissional né, mais não é especialista por exemplo: aqui a gente não tem ginicologista, a gente não tem pediatria e não é porque não tem na região é porque a unidade em si ela não trabalha com esse tipo de atendimento, é PSF, é programa saúde da família e a gente trabalha com médicos generalistas, se precisa de alguma especialidade aí a gente encaminha pra outra instituição, então relacionado a essa unidade é o que eles mais cobram tá são consultas com especialistas.
Caique:E o que vocês mais pedem por exemplo:relacionado a medicamento esses tipos de coisas equipamentos, o que vocês mais pedem e que não chegam ou que vocês não são correspondidos ou alguma coisa assim?
Entrevistada:Bom, o que a gente mais precisa pro atendimento que a unidade se propõe a gente até que é bem estruturado a gente tem uma unidade grande que tem bastante espaço físico, de vez em quando falta né, falta alguma medicação, falta alguma coisa mais isso é comum, quando falta aqui geralmente tá faltando na rede, mais a gente como profissionais que trabalha com PSF, a gente faz bastante grupos educativos, tem um local próprio para o grupo educativo.
Caique:E você pode falar um pouco sobre a saúde?
Entrevistada:É uma população doente né, no geral né, na verdade assim a gente tem como eu te falei no início, uma população muito carente que necessita de muitos recursos, mais como o ministério da saúde preconiza né, saúde é o bem estar físico, mental e social, então a saúde não significa exatamente a ausência da doença né, as vezes as pessoas falam ela não está doente fisicamente, mais ela não tem emprego, ela não tem casa, então tudo isso contribui para uma vida saudável, então assim é a nossa população ela é carente de bastantes recursos né, tanto emocional, como financeiro, como espectativa de vida, ou em relação ao trabalho, ao estudo.Então isso vive interferindo na saúde, sempre considera a população no todo como doente por conta disso, não só por conta da ausência da doença, mais por conta de outras coisas que fazem parte da saúde e que falta na comunidade.
Caique:Tá, então você acha que por falta de emprego,moradia é que ocorre mais problemas de saúde alguma coisa assim do tipo, não só pela falta de medicamentos alguma coisa do tipo, mais também por causa da espectativa de vida?
Entrevistada:sim, com toda certeza, o bem estar do paciente como um todo, a vida deles social, o ritmo de vida que ele tem acaba influenciando sim pra que ele venha e se encontre no processo de doença.
Caique:Então, o problema como todos dizem dos políticos, a maior parte é por causa da população mesmo que acaba exagerando um pouco, vamos dizer assim, e não fazendo por onde, e aí acabam reclamando do posto sendo que o posto não tem nada a ver com isso ou política mesmo?
Entrevistada:Na verdade, o que a população mais precisa é ser mais orientada em relação o que cada gestor faz e o que cada  unidade, qual é o papel de cada unidade de cada espera né, a gente tem um atendimento básico, tem um atendimento médio e tem um atendimento elevado vamos colocar dessa maneira, então o atendimento básico trabalha o que a prevenção tá, o médio ele dá atendimento a urgência tá e o elevado a emergência, então cada órgão ele tem a sua competência, e na verdade o que falta para a população é essa falta de esclarecimento o que cada unidade faz, qual o papel de cada instituição, quando que ela deve procurar um posto de saúde, quando que ela deve procurar um hospital ou quando que ela deve procurar um AMA, se confundem nessas informações, então as vezes eles vem em busca de alguma coisa por exemplo:o paciente tá passando mal né ele vem pra unidade, não que a unidade não vai dá o primeiro atendimento nós somos obrigados a dá, mais seria mais eficaz se eles fossem a um AMA, onde tem recursos, tem pessoas preparadas pra dá um pronto atendimento de imediato,então assim a política concerteza acaba influenciando,assim não tem como tirar a responsabilidade dos políticos em relação a saúde né,lógico tem que investir mais em hospitais,tem que investir mais em postos,tem que ampliar o atendimento,isso por parte da política né,cabe aos governantes aos nossos presidentes,os governadores tá propocionando isso para a população,lógico que a demanda acaba influenciando simplesmente porque é uma grande demanda, tô falando do geral,não só da unidade, na unidade a gente trabalha com área de abrangente, mas agora tô falando em um geral, então tem uma demanda maior,lógico que os governantes tem por obrigação de construirem mais hospitais,construir mais maternidades e propocionar recursos para que o atendimento seja mais rápido e eficaz é uma deficiência que existe não é de hoje né e eu acho que sempre vai existir na saúde,mais cabe também a população ddefinir o que é cada coisa, o que cada atendimento propõe pra que ela vá exatamente no local que ela tá precisando naquele momento,porque se ela chega em um lugar e ela não pode sr propriamente atendida como ela queria, ela fica muito frustrada.

Integrantes
Ane Caroline
Ingrid Santos
Caio Lima
Caique Alves
  

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